quarta-feira, 5 de junho de 2019

PEV questionou oGoverno sobre o Ramal de Portalegre e a eletrificação de Beja-Casa Branca

Para assinalar o dia Mundial do Ambiente, o Partido Ecologista Os Verdes escolheu para tema da Interpelação ao Governo, que ocorreu hoje na Assembleia da República, "Combate às Alterações Climáticas: a Importância do Setor dos Transportes”.

José Luís Ferreira questionou o Ministro do Ambiente sobre as questões da descarbonização e da ferrovia, fundamental para o combate às alterações climáticas e pilar essencial para o desenvolvimento dos pais, mobilidade das pessoas e redução da pegada ecológica – foi por estas razões que o PEV colocou a ferrovia como uma das matérias essenciais durante as conversações que permitiram estes 4 anos de governação:

“Os Verdes foram a locomotiva que puxou o transporte ferroviário para os carris da Governação mas também podemos dizer que o comboio levou poucas carruagens”

Há compromissos ainda por cumprir, como a elaboração da base de um plano ferroviário nacional, a construção do Ramal de Portalegre, a eletrificação de Beja-Casa Branca, a eletrificação do Douro-Pocinho ou estudo de viabilidade da reabertura da Linha do Corgo. O Deputado ecologista terminou a sua intervenção, questionando sobre a contratação de mais trabalhadores para a EMEF, essenciais para a manutenção do material circulante:

“Será preciso instalar-se o caos para depois agirmos?”


segunda-feira, 27 de maio de 2019

Considerações do Partido Ecologista Os Verdes Sobre Os Resultados Eleitorais de Ontem

Face aos resultados eleitorais obtidos pela CDU para o Parlamento Europeu, para além da comunicação conjunta feita na própria noite, O Partido Ecologista Os Verdes tem, ainda, a tecer os seguintes comentários:

Estes resultados, com a eleição de dois deputados para o Parlamento Europeu, não refletem as reações demonstradas pela população durante a intensa campanha que os candidatos e membros do PEV fizeram, quer em iniciativas no âmbito da CDU, quer em iniciativas e ações próprias e promovidas pelo PEV. Nestas em particular, foi demonstrado um efetivo reconhecimento pela ação que Os Verdes têm empreendido ao longo dos anos, com propostas, denúncias e lutas muito válidas, numa intervenção consequente.

Independentemente da futura reflexão que se venha a fazer nos órgãos de direção dos Verdes, estes resultados, ficando aquém do desejado, não retiram a determinação e a urgência das lutas do Partido Ecologista Os Verdes, com as quais continuaremos comprometidos, nomeadamente ao nível do combate às alterações climáticas, à melhoria dos transportes públicos e ao investimento na ferrovia, à descarbonização da sociedade e da economia, à conservação da Natureza e defesa da água pública ou à defesa da floresta autóctone e da produção e consumo local, entre tantas outras questões.

Os Verdes saúdam os seus candidatos que integraram as listas da CDU e que protagonizaram uma campanha exemplar. Saúdam os muitos ecologistas que deram corpo à grande campanha da CDU. Saúdam igualmente os restantes candidatos e membros e activistas do PCP, da ID e os muitos independentes que constituem este grande coletivo de intervenção que é a Coligação Democrática Unitária.

Os Verdes saúdam ainda os cerca de 60 candidatos eleitos pelos diferentes partidos Verdes Europeus, família à qual o PEV pertence e com quem colabora regularmente.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

23 de maio – Dia da Cidade de Portalegre

Neste dia 23 de maio, dia da Cidade de Portalegre, Os Verdes reafirmam o seu empenho em lutar para que se abram as portas da cidade ao futuro. Continuamos empenhados em defender todas as oportunidades existentes de desenvolvimento que têm sido desprezadas, tanto pelo poder local como pelo governo.

O nosso compromisso com a Robinson, com a linha e o Ramal de Portalegre, com a Serra de São Mamede e com a cidade e a qualidade de vida dos seus habitantes, continua cada vez mais forte. 

Portalegre conta connosco! Um futuro mais risonho para Portalegre e para os Portalegrenses são os nossos votos, neste dia!

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Portalegre - O PEV Quer Saber Porque Foi Reduzida a Pensão Social de Inclusão aos Utentes

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, questionando o Governo, através do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, sobre a retirada de 63€ ao valor das Pensões Sociais de Inclusão, a pensionistas do distrito de Portalegre, sem que tenha havido qualquer aviso nem justificação prévios aos utentes.

Pergunta:

Chegaram hoje ao Partido Ecologista Os Verdes diversas queixas de cidadãos do distrito de Portalegre, denunciando a retirada de 63€ sobre o valor das suas Pensões Sociais de Inclusão, sem que tenha havido qualquer aviso nem justificação prévios aos utentes.

Dirigindo-se os cidadãos aos serviços da Segurança Social de Portalegre para serem esclarecidos do motivo da perda de 63€ sobre o valor mensal de 269€, a informação que lhes é dada é que este abate reporta-se a dívidas à Segurança Social relativas ao Rendimento Social de Inserção (RSI).

A Pensão Social de Inclusão é um apoio que foi criado para promover o combate à pobreza e aumentar a participação social e laboral das pessoas com deficiência. É de extrema importância para quem o recebe, pelo que a perda de verba no seu rendimento mensal tem graves implicações na vida de cada um.

A fragilidade das condições de vida que estes cidadãos enfrentam diariamente, não pode estar sujeita a decisões económicas que causam grande abalo no seu rendimento. O facto de não ter havido aviso prévio, deixa os cidadãos mais desprotegidos, pondo em causa os seus direitos básicos.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª o Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1 – Confirma o Ministério que estas situações estão a decorrer no distrito de Portalegre?

2 – A decisão de retirar 63€ ao valor da Pensão Social de Inclusão é da responsabilidade da Segurança Social de Portalegre, ou é uma decisão emanada do Ministério, com aplicação a todo o país?

3 – Considera o Ministério normal que os cidadãos não possam controlar o período da dívida, tendo em conta que a lei mudou e alterou a caducidade da mesma?

4 – Considera o Ministério que os direitos destes utentes estão a ser salvaguardados, quando ocorre uma perda tão significativa no seu rendimento mensal, sem que tenham tido qualquer aviso e justificação prévios?

Sexta feira – Mariana Silva - Candidata do PEV na Lista da CDU ao Parlamento Europeu – No Distrito de Portalegre

Na próxima sexta feira, dia 10 de maio, Mariana Silva, candidata do PEV na Lista da CDU ao Parlamento Europeu, acompanhada de ativistas da CDU do distrito de Portalegre, estará em diferentes iniciativas no Distrito de Portalegre, de acordo com o seguinte Programa: 

PROGRAMA - Sexta 10 de Maio 

Manhã: Concelho de Portalegre
8:00h - Contacto da candidata com trabalhadores dos serviços municipalizados da água e transportes (SMAT);
10:00h - Visita da candidata aos SMAT;
11:00h - Declaração pública da candidata sobre UE e privatização da água e do serviço ferroviário de passageiros - No Plátano do Rossio - ( caso chova será perto do Centro Comercial Fontedeira)

Tarde: Concelho de Nisa
16:00h - Alpalhão: Visita da candidata à Casa da Criança – Abordagem sobre os Direitos das crianças;
18:30h - Nisa: "À conversa com a candidata sobre Alterações Climáticas" - junto à exposição de "cartoons" sobre este tema, que estará patente toda a tarde no largo da Biblioteca Municipal de Nisa.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

José Luís Ferreira questiona António Costa sobre impactos ambientais em Fortes - bagaço de azeitona

José Luís Ferreira questionou António Costa sobre o grave problema ambiental e de saúde pública que decorre da laboração do bagaço de azeitona, em Fortes, Ferreira do Alentejo, com que se confrontam as populações, apesar da aprovação de uma recomendação na Assembleia da República, por unanimidade, para que o Governo procedesse à resolução deste problema.

“Um ano decorrido, o que é que o Governo entretanto fez e o que pondera fazer no imediato, a curto prazo, para libertar as populações de Fortes deste verdadeiro pesadelo?”


quarta-feira, 24 de abril de 2019

Mariana Silva, candidata do PEV, visitou a Ovibeja

Mariana Silva, candidata do PEV na lista da CDU ao Parlamento Europeu, integrou uma delegação de Os Verdes que esteve hoje em Beja, pelas 15.30h, de visita à Ovibeja, importante feira onde os ecologistas têm um stand dedicado ao tema das alterações climáticas.




quarta-feira, 17 de abril de 2019

Fortes – Ferreira do Alentejo - PEV Quer Ver Cumprida Resolução da Assembleia da República

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, questionando o Governo, através do Ministério do Ambiente e da Transição Energética, sobre a Resolução da Assembleia da República n.º 279/2018, de 23 de agosto, com origem também no Projeto de Resolução do Grupo Parlamentar Os Verdes, sobre a “eliminação da poluição provocada pela empresa de extração de bagaço de azeitona na localidade de Fortes, Ferreira do Alentejo”, que volvidos 8 meses da sua publicação não se conhecem diligências efetuadas.

Pergunta:

Na sequência da aprovação pela Assembleia da República de várias iniciativas legislativas, nomeadamente do Projeto de Resolução do Grupo Parlamentar Os Verdes, sobre a “eliminação da poluição provocada pela empresa de extração de bagaço de azeitona na localidade de Fortes, Ferreira do Alentejo”, foi publicada a Resolução da Assembleia da República n.º 279/2018, de 23 de agosto.

Na referida Resolução, a Assembleia da República recomenda ao Governo medidas urgentes para acabar com o problema ambiental e de saúde pública relacionado com a laboração do bagaço de azeitona, em Fortes, Ferreira do Alentejo, e nos concelhos limítrofes.

Ora, volvidos oito meses após a publicação da Resolução da Assembleia da República n.º 279/2018, importa agora saber das diligencias desenvolvidas pelo Governo no sentido de dar cumprimento aos 10 pontos constantes dessa Resolução.


Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito ao Ministério do Ambiente e da Transição Energética, que possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1 - Que medidas foram já desenvolvidas pelo Governo no sentido de resolver o problema ambiental e de saúde pública relacionado com a laboração do bagaço de azeitona, em Fortes, Ferreira do Alentejo e nos concelhos limítrofes.

2 - Que diligências foram já assumidas pelo Governo no sentido de dar cumprimento, ponto por ponto, aos 10 pontos constantes da Resolução da Assembleia da República n.º 279/2018, de 23 de agosto.

Portalegre - Sobre a demissão do Presidente da Fundação Robinson

A demissão apresentada pelo Presidente do Conselho de Administração da Fundação Robinson só peca por tardia, deveria ter sido apresentada logo no dia em que atentou numa clara violação da lei com o derrube de um edifício classificado do espaço da Fábrica Robinson.  É aliás incompreensível que não tenha sido a própria Presidente da Câmara de Portalegre a demitir o Conselho de Administração no seu todo, logo na sequência desse ato irresponsável e lesivo do património. Esta condescendência da Presidente da Câmara, que é ao mesmo tempo Presidente do Conselho de Curadores da Fundação, para com esta situação, levou a uma perda de tempo importantíssima para o futuro da preservação e valorização deste património industrial.

Por parte do PEV, há muito que o benefício da dúvida havia sido retirado a este Presidente e ao que resta do Conselho de Administração. Na reunião de Assembleia Municipal de fevereiro, a eleita de Os Verdes na bancada da CDU, Rosário Narciso, havia confrontado a Presidente da Câmara com a falta de sensibilidade e de capacidade de valorização do património da Fundação Robinson revelada por Faria Paixão, adivinhando já que nada de bom dali poderia advir.

O PEV continuará a lutar por este espaço que é de todos os portalegrenses, do Alentejo e do país e considera que o novo Conselho de Administração deve reunir consensos e ser nomeado tendo em conta a sua capacidade e vontade efetiva demonstrada de levar a cabo a Resolução da Assembleia da República N.º 70/2018.



quarta-feira, 10 de abril de 2019

Ministro do Ambiente Responde na Comissão Parlamentar por Iniciativa do PEV Sobre Segurança em Pedreiras

Por iniciativa do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, seguida por outros Grupos Parlamentares, o Ministro do Ambiente e Transição Energética esteve hoje na Comissão de Economia, a responder sobre medidas tomadas nas pedreiras, na sequência do colapso da estrada nacional 255, no troço Borba–Vila Viçosa, ocorrido no passado dia 19 de novembro de 2018.

A deputada do PEV, Heloísa Apolónia considerou que o acidente de Borba tinha quebrado a confiança natural que os cidadãos têm no Estado e que só a tomada de medidas concretas, para prevenir situações como a de Borba, devolverá essa confiança aos cidadãos.

A deputada ecologista afirmou ainda que, é entendimento do PEV que a efetivação da segurança, nesta atividade de risco que são as pedreiras, passa em muito pelo efetivo reforço de meios humanos para a fiscalização.

Só assim a legislação existente será cumprida assim como o Plano de Intervenção nas Pedreiras em Situação Crítica e ações subsequentes.


sexta-feira, 5 de abril de 2019

Os Verdes "palntam" 500 bandeiras negras contra o olival intensivo

Os Verdes começaram ontem a revestir o Alentejo de negro contra o olival intensivo e superintensivo - a iniciativa começou em Elvas, com contato com a população e com a colocação das bandeiras negras que assinalam, neste concelho em que o olival intensivo está em expansão, os problemas ambientais que esta cultura intensiva trará: agravamento da seca, poluição dos recursos hídricos, empobrecimento e contaminação dos solos, perda de biodiversidade. A iniciativa contou com a presença de Mariana Silva e Tiago Aldeias, candidatos do PEV nas listas da CDU ao Parlamento Europeu e de dirigente e ativistas do Alentejo.



Depois da apresentação da campanha em Elvas e de uma ação de sensibilização da população, o PEV percorreu os concelhos afetados do Alto Alentejo - Monforte, Avis, Sousel, Veiros, Benavila, Vila Fernando, Vaiamonte - deixando os "alertas" negros e as faixas "#Olival intensivo, para a saúde e para o ambiente é nocivo".





Hoje, 5, OsVerdes continuaram a revestir o Alentejo de NEGRO contra o olival intensivo e superintensivo - depois de ontem, dia 4, ter estado nos concelhos a sul de Portalegre, a ação ecologista de hoje começou em Évora, com contato com a população e continuará com a "plantação" de bandeiras no mesmo concelho, passando depois para Redondo, Portel e Viana do Alentejo.
















Jornadas Parlamentares de Os Verdes “Pelo Futuro do Interior – Travar o Olival Super- Intensivo e Avançar com a Ferrovia”

O Grupo Parlamentar Os Verdes dedica as suas Jornadas Parlamentares, da presente sessão legislativa, a realizar nos dias 8 e 9 de abril, ao Olival Intensivo e Ferrovia.

Na perspetiva do PEV o olival intensivo representa uma ameaça de morte do futuro do Alentejo, destrói solos e contamina águas, situação tanto mais grave, quando nos estamos a confrontar com os estudos que apontam esta como a região do país mais vulnerável à seca, como consequência das Alterações Climáticas.

Por outro lado, a eletrificação da linha ferroviária entre Casa Branca e Beja, uma das medidas para combater a interioridade, facilitar a mobilidade, potenciar a atração de empresas e gerar mais postos de trabalho, desenvolvendo o turismo, ajudando na fixação de pessoas, alavancando o potencial do terminal aeroportuário de Beja, ou seja, como forma de promover o desenvolvimento económico, social e ambiental do distrito de Beja, foi uma das propostas que o PEV viu aprovada em sede de OE2019.

Estas Jornadas Parlamentares culminam a campanha iniciada pelo PEV, em que percorreram concelhos dos 3 distritos alentejanos mais afetados, pela proliferação do olival intensivo, onde foram colocadas 500 bandeiras negras a assinalar estes locais nos distritos de Portalegre, Évora e Beja.

PROGRAMA

8 ABRIL – 2.ª FEIRA

9.00h- Partida (estação Lisboa-Oriente) de Comboio para Beja;
11.21h - Chegada a Beja – Declarações à Comunicação Social à chegada à estação;
15.30h - Reunião com a Câmara Municipal de Cuba;
17.30h - Reunião com a Escola Superior Agrária de Beja no Campus do Instituto Politécnico de Beja; 

19.00h – Reunião com Comissão de Utentes de Beja - Terreiro dos Valentes, nº 4, 1º B, Beja;
21.30h - Reunião com AMAlentejo, com Movimento Beja Merece Mais e com Plataforma Alentejo - sala de reuniões do Hotel Francis- Praça Fernando Lopes Graça, lote 31, em Beja.

9 ABRIL – 3.ª FEIRA

9.00h -  Reunião com a Câmara Municipal de Serpa;
11.30h- Reunião com a “Associação Ambiental de Amigo das Fortes" e outros populares -  sede da Associação, em Fortes, ao lado da Escola do 1.º Ciclo, Concelho de Ferreira do Alentejo;
14.30h - Percurso pelo olival intensivo com partida junto á Câmara de Ferreira do Alentejo – As senhoras e senhores jornalistas que assim o entenderem poderão acompanhar-nos durante o percurso.
16.00h- Conferência de Imprensa para apresentação das conclusões das Jornadas Parlamentares – Sala de reuniões do Hotel Francis- Praça Fernando Lopes Graça, lote 31, em Beja.


quarta-feira, 3 de abril de 2019

Os Verdes Revestem Alentejo de Negro Contra o Olival Intensivo

Depois das bandeiras negras que assinalaram a fome no Alentejo, em tempos idos, agora o PEV irá assinalar, com 500 bandeiras negras, a ameaça de morte do futuro do Alentejo, que paira sobre os seus solos e águas, com a expansão do olival intensivo (Super intensivo) que destrói solos e contamina águas, situação tanto mais grave, quando nos estamos a confrontar com os estudos que apontam esta como a região do país mais vulnerável à seca, como consequência das Alterações Climáticas.

Os Verdes convidam as senhoras e senhores jornalistas para o lançamento desta campanha, que ocorrerá em Conferência de Imprensa, amanhã 5.º feira, pelas 10.30h, em Elvas, na Praça 25 de abril e que contará com a presença da 1.ª candidata do PEV ao Parlamento Europeu, na Lista da CDU. 

Campanha, a partir da qual Os Verdes irão fazer um percurso pelos concelhos, dos 3 distritos alentejanos, mais afetados: 5.ª feira – distrito de Portalegre, 6.ª feira distrito de Évora, terminando na 3.ª feira no distrito de Beja.


segunda-feira, 18 de março de 2019

Portalegre - Carta Aberta pela preservação do Património Industrial Corticeiro da Fábrica Robinson

Os Verdes enviaram hoje uma Carta Aberta à Presidente da Câmara de Portalegre e ao Presidente do Conselho de Administração da Fundação Robinson a questionar sobre medidas tomadas para preservar o Património Industrial Corticeiro da Fábrica Robinson.

CARTA ABERTA

Ex.mos Senhores

Depois da infeliz e despropositada intervenção de derrube de um dos edifícios da Fábrica Robinson, numa clara violação da Lei, tal como sempre afirmámos e como foi agora confirmado pela Direção Geral da Cultura (DGC), urge pôr fim a esta postura de desleixe e abandono deste património classificado e dar passos concretos e eficazes na direção da sua preservação e valorização, indo ao encontro da vontade expressa pelos portalegrenses através da entusiasta adesão às iniciativas promovidas pel´ Os Verdes e pela própria Assembleia da República ao aprovar unanimemente a Resolução N.º 70/2018.

Só esses passos concretos justificarão a continuação da existência de uma Fundação que, ao longo destes 14 anos, pouco ou nada fez no sentido de gerir as verbas, hoje escassas (embora nem sempre assim o tenha sido), destinadas à “preservação de espólios: do arqueológico-industrial da Sociedade Corticeira Robinson Bros S.A.; e de qualquer outro espólio cuja preservação lhe seja confiada.…”.

Dentro do espírito que tem pautado a preocupação e a luta do PEV na defesa deste valiosíssimo património, continuaremos empenhados, sem dar tréguas, em pressionar as mais diversas entidades, com o objetivo de manter o que está ainda de pé e para que não haja pretextos para mandar mais nada abaixo, nem que nada seja desviado para fins alheios à salvaguarda da memória industrial dos portalegrenses.

Diligenciámos para encontrar meios financeiros para realizar as intervenções mais urgentes de preservação do edificado e, nesse sentido, reunimos com a Ministra, com a Secretária de Estado e com a Diretora Regional de Cultura do Alentejo. Nestas diligências ficámos a saber da possibilidade real de a Câmara, de forma coordenada com a Fundação, poder apresentar uma candidatura ao abrigo do Programa 20/20, antes de 30 de abril, à CCDR, servindo-se dos 20.000 euros que o Ministério da Cultura transferiu para a Fundação em 2015, que até agora não foram usados, como a parte (15%) da comparticipação nacional necessária. Esta candidatura permitirá ir buscar um total de 133 000 euros para usar em obras urgentes de manutenção do edificado da fábrica para impedir que novas situações de degradação possam vir a ocorrer e que a musealização deste espaço possa vir a ser posta em causa.

Ficámos ainda a saber que não tinha sido até ao momento apresentado, à tutela da cultura, qualquer plano estratégico de intervenção para o espaço Robinson.

Atendendo a que esta informação foi dada a conhecer à senhora Presidente da Câmara, na última reunião de Assembleia Municipal, em 22 de fevereiro de 2019, pela Dirigente de Os Verdes, Rosário Narciso, eleita pela CDU neste órgão, e que a proposta de Contrato-Programa entre a Câmara e a Fundação só prevê para a Robinson 120.000 euros, verba que só faz face às despesas com os trabalhadores e pouco mais, quando este contém um vasto levantamento de pequenas obras essenciais, gostaríamos de saber que medidas tomou a senhora presidente da Câmara Municipal, presidente também do Conselho de Curadores, para:

- que a fábrica Robinson possa vir a usufruir de fundos comunitários para a recuperação de espaços no âmbito do programa 20/20;
- para a elaboração do plano estratégico de intervenção, discutido com a população e com as entidades vivas, antes que seja posta em causa a musealização do espaço, sendo que no Contrato-Programa surge já uma proposta desgarrada de residência de estudantes num dos edifícios que pode vir a ser fundamental para o museu.

Os Verdes preocupam-se e não querem deixar avançar a situação de descuro a que a Fábrica Robinson tem sido votada.

Senhora Presidente, sente os vários parceiros à mesa, ouça a população e empenhe-se na melhor solução para a proteção e valorização do património da Fábrica Robinson, pertença dos portalegrenses. Queremos ver Portalegre a crescer e sabemos que a Fábrica da Rolha poderá oferecer um forte impulso para que tal aconteça.

Estaremos sempre dispostos a ser parte da solução!

quinta-feira, 14 de março de 2019

Ecolojovem Os Verdes apoia Greve Climática Estudantil - 15 de março


As alterações climáticas são cada vez mais evidentes e os seus efeitos no Planeta, nos ecossistemas e nos seres humanos cada vez mais preocupantes. Ação urgente é necessária para travar e minimizar os seus efeitos. Ação urgente é necessária para nos adaptarmos. As futuras gerações serão as grandes vítimas daquilo que fazemos ao Clima.

É com esta grande preocupação que os jovens de hoje se estão a mobilizar para exigir ação para travar e mitigar os efeitos das alterações climáticas. A greve climática estudantil convocada para o próximo dia 15 de Março é reflexo dessa exigência de ação.

A Ecolojovem Os Verdes, não pode deixar de estar de acordo com esta mobilização e apoiá-la. Membros da Ecolojovem – Os Verdes participarão nas várias marchas que se projetam para diferentes pontos do país com o objetivo de obrigar o Governo a tomar medidas essenciais para que se resolva a crise climática que atravessamos e garantindo que ainda é possível minimizar a situação de modo a que a vida na Terra não altere drasticamente a sua maneira de ser.

Os jovens ecologistas lutam há 30 anos para sensibilizar as populações para as questões ecologistas incluindo as alterações climáticas e os seus efeitos devastadores no nosso planeta, no clima, na biodiversidade, na saúde e nos mais variados setores da sociedade que se ressentem com estas alterações.

Temos encetado as mais variadas campanhas de modo a exigir junto das tutelas responsáveis não só uma mudança de comportamentos, mas igualmente um comprometimento com o respeito pelo ambiente e no cumprimento da Constituição da República Portuguesa que determina que todos temos direito a um ambiente de vida humano, sadio e ecologicamente equilibrado. 

No entanto, não deixamos de ter em mente que a Ecolojovem pugna pelo fim do capitalismo como modelo económico por considerar que este modelo serve apenas os interesses do lucro, através da promoção de um consumo rápido que esgota recursos e polui o nosso ambiente. Acreditamos que as políticas verdadeiramente ambientais não podem ser apenas políticas de “green washing” para alívio de consciências e sim, políticas integradas que alterem todos os setores de modo a que o ambiente não seja colocado ao serviço do grande capital e que não seja apenas tido em consideração quando dá lucro.



sábado, 9 de março de 2019

8 e 9 - “Pelo Futuro do Interior – Travar o Olival Super- Intensivo e Avançar com a Ferrovia”

No início das Jornadas Parlamentares do PEV verifica se logo atrasos dos comboios, devido a avaria de automotora. Prejuízo para as populações! Viagem de comboio Lisboa a Beja , 1 hora de atraso!


Depois de reunir com o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos de Beja, o PEV reúniu com a associação AmAlentejo e Beja Merece Mais para discutir sobre os problemas com se debatem as populações do distrito de Beja.



O segundo dia das Jornadas Parlamentares de Os Verdes começou às 9.00h com uma reunião na Câmara Municipal de Serpa, concelho também afetado pela cultura do olival e amendoal intensivo. 

Seguiu-se um encontro com a “Associação Ambiental de Amigos das Fortes” e com a população que há muito se confronta com os odores intensos e a libertação de partículas da fábrica de transformação de bagaço de azeitona. Fez-se, ainda, um percurso pelo olival intensivo com partida junto á Câmara de Ferreira do Alentejo. 



No final das Jornadas, realizou-se uma conferência de imprensa para balanço e apresentação das conclusões, que se realizou na Sala de reuniões do Hotel Francis- Praça Fernando Lopes Graça, em Beja


OsVerdes querem que o olival intensivo deixe de receber apoios públicos, mais fiscalização quanto à laboração e quantos aos efeitos dos pesticidas nos solos e nas linhas de água e o afastamento das culturas intensivas, e superintensivas, das zonas habitacionais e estabelecimentos de ensino, cumprindo um distanciamento mínimo.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Venda de Teatro no OLX! - Verdes Responsabilizam Câmara pela “Desproteção” do Teatro Portalegrense e questionam o Ministério da Cultura

Foi com estupefação e tristeza que o Partido Ecologista Os Verdes tomou conhecimento que o teatro Portalegrense está à venda no OLX.

Esta informação é tanto mais triste quanto este teatro de interesse patrimonial, em termos da memória dos portalegrenses e da vida cultural local, nomeadamente pela sua inegável ligação à obra de José Régio, é também um testemunho arquitetónico dos meados do séc. XIX, da autoria do arquiteto José de Sousa Larcher.


Esta notícia, que cai no ano em que se comemoram os 50 anos da morte de José Régio, é mais um exemplo do desprezo, desleixo e incúria em que o património cultural da cidade de Portalegre se encontra e cujo exemplo mais demonstrativo é o da Fábrica Robinson.

Este teatro privado encontra-se, por incúria municipal, sem nenhuma retaguarda de proteção patrimonial! Em tempos foi solicitado, ao Ministério da Cultura, a classificação de Interesse Nacional do teatro, tendo sido considerado, pela então tutela, que o mesmo não reunia os requisitos necessários para tal classificação nacional, mas, o mesmo aconselhava a acionar a classificação de âmbito municipal. Se, tal tivesse acontecido, o teatro, se bem que privado, teria hoje um “airbag” de proteção que o resguardaria de utilizações e de intervenções que levassem a profundas alterações arquitetónicas e à adulteração das suas características.

Não o tendo sido, agora, só uma firme intervenção da autarquia e dos portalegrenses poderá impedir esta perda irremediável de memória cultural e arquitetónica de Portalegre.

Face a esta situação, O Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, em que questiona o Governo, através do Ministério da Cultura, sobre a publicitação de venda, no OLX, do Teatro Portalegrense que se encontra num estado de degradação por se encontrar ao abandono e pela ausência de um estatuto de proteção que o resguarde de utilizações e de intervenções que poderão levar a profundas alterações arquitetónicas e à adulteração das suas características.

Pergunta:

Foi com estupefação e tristeza que o Partido Ecologista Os Verdes tomou conhecimento que o teatro Portalegrense está à venda no OLX e poderá vir a ser transformado em Hotel!

Esta informação é tanto mais triste quanto este teatro, um dos mais antigos do país, tem indiscutivelmente um interesse patrimonial, não só pelo lugar que ocupou na história do Teatro português e da vida cultural local, nomeadamente pela sua ligação à obra de José Régio, com o que ocupa ainda hoje na memória dos portalegrenses, mas também pelo testemunho arquitetónico que representa. O projeto da autoria do arquiteto José de Sousa Larcher inspirou-se no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa.

Esta notícia, que surge no ano em que se comemoram os 50 anos da morte de José Régio, é mais um exemplo da degradação e incúria em que o património edificado, seja ele público ou privado, da cidade de Portalegre se encontra e cujo exemplo mais demonstrativo é o da Fábrica Robinson.
Este teatro, propriedade de um privado, não tem nenhuma retaguarda de proteção patrimonial ! Em 2009, a proprietária do teatro solicitou ao IGESPAR a sua classificação de Imóvel de Interesse Nacional, tendo o parecer emitido por este organismo considerado que o mesmo não reunia os requisitos necessários para tal classificação, o processo foi encerrado, ressalvando e aconselhando que a autarquia acionasse a classificação de âmbito municipal. O que não veio a acontecer.

Hoje, o teatro Portalegrense está duplamente ameaçado, pelo estado de degradação a que o abandono o votou e pela ausência de um estatuto de proteção que o possa resguardar de utilizações e de intervenções que levarão a profundas alterações arquitetónicas e à adulteração das suas características e como consequência ao apagamento total do papel deste edifício na vida pública e cultural da cidade de Portalegre.


Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Cultura possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1 Quais as justificações apresentadas para que o Teatro de Portalegre não fosse considerado de Interesse Nacional?

2. Qual o parecer da Autarquia, sobre essa pretensão?

3. Que medidas pretende esse Ministério tomar para que este património tão valioso para a Cidade de Portalegre não se venha a perder e possa manter as características de uso e usufruição pública cultural?



sábado, 16 de fevereiro de 2019

Conclusões do Conselho Nacional - PEV decide Jornadas Parlamentares sobre olival intensivo no Alentejo

O Conselho Nacional do Partido Ecologista Os Verdes reuniu hoje, dia 16 de fevereiro, em Lisboa, com a sua nova composição, saída da  última Convenção Nacional decorrida no passado mês de Novembro.

Nesta reunião foi analisada a situação eco política nacional, e o seu impacto nas regiões, os desafios eleitorais que se aproximam, nomeadamente as eleições para o Parlamento Europeu, tendo sido indicado o primeiro nome para candidato dos Verdes a integrar a lista da CDU,  foi ainda delineada a intervenção dos Verdes para os próximos meses. Os Verdes decidiram, ainda, dedicar as suas Jornadas Parlamentares ao tema do olival intensivo no Alentejo.

Eleições para o Parlamento Europeu

A primeira candidata de Os Verdes nas listas da CDU ao Parlamento Europeu é Mariana Silva, 36 anos, natural de Guimarães, professora, membro do Conselho Nacional e da Comissão Executiva do PEV.

Relativamente à situação política nacional destacamos os seguintes pontos dos temas abordados:

Ambiente - Os Verdes fizeram ainda uma profunda abordagem da situação, e verificam o agravamento de situações ambientais preocupantes em todo o País, das quais destacam: a expansão galopante do olival intensivo em todo o Alentejo com os enormes impactos que daí advêm para a água, para os solos e para a saúde pública tendo decidido dedicar as suas próximas Jornadas Parlamentares a essa matéria; a degradação das zonas mineiras abandonadas e os riscos que daí ocorrem para as populações envolventes; e a possibilidade do Governo dar um aval à construção da Barragem do Fridão (suspensa há 3 anos, no seguimento das conversações conjuntas entre o PEV e o PS), decisão que teria impactos ambientais, sociais e económicos gravíssimos para os concelhos de Mondim de Basto e Amarante e para a Bacia Hidrográfica do Douro. Os Verdes determinaram que estas situações serão alvos da ação ecologista, tanto a nível local como nacional nos próximos tempos.


Moção de Censura ao Governo apresentada pelo CDS – Foi unânime a decisão do Conselho Nacional para que o PEV vote contra a Moção de Censura do CDS. Na opinião do Conselho Nacional Ecologista esta Moção vem totalmente ao arrepio dos valores e dos objetivos que Os Verdes defendem para o país, como é exemplo a área da saúde, onde fica clara a apologia e a defesa do setor privado e a fragilização do SNS. Por outro lado, Os Verdes consideram que esta Moção tem uma forte componente eleitoralista e não é mais do que um “colocar-se em bicos dos pés”,  do CDS perante o PSD,  para se afirmar como o grande líder da oposição à Direita.

Setor da Saúde - Face à guerra aberta, em várias frentes, ao Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente a chantagem feita pelo setor privado em relação à desvinculação da ADSE, O PEV considera que o Governo e o PS têm que deixar bem clara a sua posição face ao SNS. Se de facto defendem o SNS, essa posição  não se pode expressar apenas em declarações de princípios, mas sim na tomada de medidas concretas e urgentes, nomeadamente com a contratação de mais recursos humanos, para garantir o bom funcionamento desta importante conquista de Abril, tão fundamental para a população.

Setor da Educação – O PEV considera que o Governo tem de colocar um ponto final na absurda teimosia que tem mantido face à luta e aos direitos dos Professores sobre a contagem do tempo de serviço e cumprir a norma expressa no OE 2019, e iniciar muito em breve as negociações com as organizações representativas dos professores. 

Ambiente - Os Verdes fizeram ainda uma profunda abordagem da situação, e verificam o agravamento de situações ambientais preocupantes em todo o País, das quais destacam: a expansão galopante do olival intensivo em todo o Alentejo com os enormes impactos que daí advêm para a água, para os solos e para a saúde pública tendo decidido dedicar as suas próximas Jornadas Parlamentares a essa matéria; a degradação das zonas mineiras abandonadas e os riscos que daí ocorrem para as populações envolventes; e a possibilidade do Governo dar um aval à construção da Barragem do Fridão (suspensa há 3 anos, no seguimento das conversações conjuntas entre o PEV e o PS), decisão que teria impactos ambientais, sociais e económicos gravíssimos para os concelhos de Mondim de Basto e Amarante e para a Bacia Hidrográfica do Douro. Os Verdes determinaram que estas situações serão alvos da ação ecologista, tanto a nível local como nacional nos próximos tempos.

Dando ainda continuidade à preocupação dos Verdes em relação ao combate e adaptação do País às Alterações Climáticas e às assimetrias regionais, O PEV decidiu continuar a envidar  esforços e a promover iniciativas na defesa dos transportes públicos e da ferrovia em particular. Nesse sentido foi decidido fazer do dia 24 de Março ( 10 anos depois do encerramento da Linha do Corgo) um grande dia de Luta Verde pela reabertura de linhas ferroviárias com uma Marcha pela Reativação da Linha do Corgo entre Vila Real e a Régua.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Campanha de OsVerdes - "Uma Rolha pela Fábrica da Rolha”


Portalegre juntou-se campanha Os Verdes"Uma Rolha pela Fábrica da Rolha - o Museu da Fábrica Robinson precisa de avança" e assinou sem hesitar! Fica claro que a população de Portalegre quer a preservação e valorização do património corticeiro da Robinson, memória da população de Portalegre e potencial de desenvolvimento para o Concelho.

1 de fevereiro em Portalegre, no Centro Comercial Fontedeira







2 de fevereiro em Portalegre, no Mercado Municipal