segunda-feira, 27 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
O Projeto de Resolução “Os Verdes” que recomenda a divulgação e o estudo da Constituição da República Portuguesa (CRP) na escolaridade obrigatória
Constituição da República Portuguesa na escolaridade obrigatória em discussão no Parlamento
O Projeto de Resolução “Os Verdes” que recomenda a divulgação e o estudo da Constituição da República Portuguesa (CRP) na escolaridade obrigatória vai ser discutido na Assembleia da República na próxima quinta-feira, dia 16 de Maio.

A CRP é a Lei fundamental do país, à qual toda a arquitetura legal e todo o enquadramento jurídico e de decisão política têm que se submeter. Trata de matérias relevantíssimas, entre as quais dos princípios relativos ao nosso Estado democrático, aos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, à organização do poder político, ou à estrutura dos órgãos de soberania, questões determinantes para a vida coletiva e concreta dos cidadãos, e também para o exercício do seu direito de participação.
No entanto, 37 anos depois da sua aprovação, a CRP é ainda desconhecida por muitos portugueses, no que se refere ao seu conteúdo real, sendo que muitos jovens terminam a sua escolaridade sem nunca terem abordado a Constituição.
O PEV considera que o conhecimento do conteúdo geral da CRP é um passo determinante para levar os cidadãos portugueses a ganhar consciência dos seus direitos e do seu Estado, levando-os, consequentemente, a consolidar o respeito e o desejo de preservação e de vivência dessas bases da democracia.
Para “Os Verdes”, o sistema de ensino, que deve constituir a fonte por excelência do conhecimento e do despertar do gosto pela busca do saber e para alimentar o desejo de participação, não deve continuar a deixar de fora a abordagem da CRP. Foi, portanto, com esse objetivo, que o PEV apresentou a presente iniciativa legislativa, para que seja integrado, nos conteúdos curriculares do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, o estudo da Constituição da República Portuguesa. “Os Verdes” recomendam ainda que se disponibilize gratuitamente a todos os estudantes, do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, um exemplar da Constituição da República Portuguesa.
PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 704/XII/2ª
Nota justificativa
A Constituição da República Portuguesa é a Lei fundamental do país, à qual toda a arquitetura legal e todo o enquadramento jurídico e de decisão política têm que se submeter.
Aprovada em 2 de Abril de 1976, encerra em si o produto de uma democracia conquistada pela revolução de 25 de Abril de 1974. É uma Constituição progressista, pese embora sujeita a algumas revisões constitucionais que lhe amputaram algumas bases importantes de consolidação de direitos e de garantias de desenvolvimento.
Nos seus 296 artigos trata de matérias relevantíssimas, entre as quais dos princípios relativos ao nosso Estado democrático, aos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, à organização do poder político, ou à estrutura dos órgãos de soberania. Tudo questões tão determinantes para a vida coletiva e concreta dos cidadãos, e também para o exercício do seu direito de participação.
Ocorre que, 37 anos depois da sua aprovação, a Constituição da República Portuguesa é ainda nitidamente desconhecida por muitos portugueses. Quando se fala de desconhecimento, não se fala tanto do facto de não se saber da existência de uma Constituição, mas antes do facto de muitos cidadãos não terem ideia do conteúdo real desta Lei fundamental. Incompreensivelmente muitos jovens terminam a sua escolaridade sem nunca terem abordado a Constituição, em nenhuma disciplina de nenhum ano letivo.
O conhecimento do conteúdo geral da Constituição da República Portuguesa é um passo determinante para levar os cidadãos portugueses a ganhar consciência dos seus direitos e do seu Estado, levando-os, consequentemente, a consolidar o respeito e o desejo de preservação e de vivência dessas bases da democracia.
É por isso que o PEV considera que o sistema de ensino, que deve constituir a fonte por excelência do conhecimento e do despertar do gosto pela busca do saber e para alimentar o desejo de participação, não deve continuar a deixar de fora a abordagem da Constituição da República Portuguesa.
Essa abordagem passará, na perspetiva dos Verdes, pela oportunidade de conhecer conteúdos da Constituição, bem como pela facilitação do manuseamento desta Lei-mãe, de modo a familiarizar os cidadãos com a Constituição.
A Constituição da República Portuguesa é de todos os cidadãos portugueses. O seu conhecimento pormenorizado e escaupelizado pode ficar adstrito a um ensino especializado, mas o seu conhecimento global deve ser generalizado a todos os cidadãos. É no decurso da escolaridade obrigatória que esse conhecimento deve ser promovido.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar Os Verdes apresenta o seguinte Projeto de Resolução:
A Assembleia da República delibera recomendar ao Governo que:
1. Integre, nos conteúdos curriculares do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, o estudo da Constituição da República Portuguesa;
2. Disponibilize gratuitamente a todos os estudantes, do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, um exemplar da Constituição da República Portuguesa.
Assembleia da República, Palácio de S. Bento, 3 de maio de 2013
Os Deputados
Heloísa Apolónia
José Luís Ferreira
José Luís Ferreira
Mais de 17 mil galegos pedem "acesso" à riqueza da língua portuguesa
"A nossa iniciativa legislativa concretiza-se de três maneiras: a primeira visa uma presença da língua portuguesa no ensino da Galiza", diz. Xosé Carlos Morell, que trabalha como director de exportações de um grupo galego de adegas, considera haver "um défice" neste campo, "já que outras comunidades autónomas do Estado espanhol têm esta presença" e a Galiza, "tendo a mesma língua ou uma língua similar a Portugal, não tem quase nada". Esta região espanhola tem menos de 600 estudantes "que têm o privilégio", na opinião dos promotores da iniciativa, de "aprender português", enquanto na Estremadura e na Andaluzia são "dezenas de milhares", indica o empresário.
Em segundo lugar, a IPA pretende "o relacionamento, a vários níveis das instituições galegas de todo tipo - económico, cultural, ambiental - com os países lusófonos e que esses países também participem nas actividades galegas".
Xosé Carlos Morell refere ainda a parte da proposta que está mais perto de se materializar: "Algo que já se aprovou no parlamento galego, que é a recepção das televisões e rádios portuguesas no nosso território. Há uma directiva europeia que convida os governos a facilitar isto. Na Galiza, certamente por motivos técnicos, o assunto ainda não está resolvido".
"Foi na 'Gallaecia' que nasceu a língua portuguesa"Quanto às vantagens que esta iniciativa pode ter para os próprios portugueses, Xosé Carlos Morell considera que são várias, embora sublinhe o peso relativamente pequeno da comunidade galega quando comparada com a comunidade lusófona.
"Somos 2,8 milhões de habitantes, mas o facto de a língua portuguesa poder ser existir em mais um Estado-membro da União Europeia pode ter para Portugal consequências positivas, tanto como para nós", defende.
O empresário lembra ainda as possibilidades ao nível cultural. "Foi na 'Gallaecia' que nasceu a língua portuguesa" e a actual iniciativa pode potenciar a disseminação do português actual "já espalhado pelo mundo".
A terminar, Xosé Carlos Morell dá ainda um exemplo de como a língua portuguesa pode facilitar as relações de negócios entre os países que a partilham. "Na semana passada estive em São Paulo, no Brasil, e também em Florianópolis, onde tenho uma muito boa relação em geral com os empresários de lá", começa por explicar. "O nosso grupo de adegas iniciou a sua actividade na China, que actualmente representa uma parte muito importante do nosso volume de facturação através de Macau, [resultado de] contactos feitos através de empresários da hotelaria e do sector da importação de vinho que têm relação com Portugal e, através de Portugal, connosco."
Esta iniciativa legislativa popular, que pretende aproximar ainda mais os galegos dos portugueses, vai ser debatida e votada na sessão plenária do parlamento da Galiza por volta das 10h00 (hora de Lisboa).
No que toca à aprovação da proposta no parlamento, a comissão promotora acredita no sucesso da iniciativa. "Confiamos que sejam uns dignos representantes do povo que dizem representar. Não deve haver nenhum motivo de tipo ideológico ou programático que impeça que os partidos deem o seu apoio a esta iniciativa.
STAL: Não à privatização do serviço de resíduos sólidos

STAL: Não à privatização do serviço de resíduos sólidos
Inês Patola - 14/05/2013 - 07:01 - Imprimir
O STAL avança com uma jornada nacional de protesto contra a privatização do serviço público de resíduos sólidos.
O STAL-Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local promove, esta semana, uma jornada nacional de contacto com as populações para denunciar a intenção do governo de privatizar o sector dos resíduos sólidos.
Uma jornada que inclui acções de rua, assim como, plenários de trabalhadores em várias autarquias e empresas.
Um protesto que surge pelo processo de privatização em curso do sector dos resíduos sólidos particularmente da EGF- Empresa Geral do Fomento, S.A. O STAL considera que com a criação dos sistemas multimunicipais, durante a década de 90, detido maioritariamente pela EGF agrupamento de empresas dentro da holding Águas de Portugal que controlam a grande parte das actividades de recolha, tratamento e valorização de resíduos em Portugal, abrangendo 174 municípios e 58% da população portuguesa e que emprega 2 mil trabalhadores, alterou-se substancialmente o quadro deste sector com claro benefícios para as populações. Vasco Santana, do STAL em Beja, dá voz ao protesto.
Ainda segundo Vasco Santana a jornada de protesto chega ao distrito de Beja na próxima 5ªfeira com a realização de acções em vários locais, de manhã, entre as 10.00 e as 12.30 horas, destaque para as Portas de Mértola, em Beja, junto ao mercado municipal, em Aljustrel e junto à autarquia de Moura.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Vereadores Cdu Por Beja
ELEITOS DO PS NA CÂMARA DE BEJA CRIAM REGRAS PARA FUNCIONAMENTO DO “BIG BROTHER” INTERNO.
Vereadores da CDU propuseram, na última reunião de Câmara, suspensão da eficácia do Regulamento acerca das “Normas de acesso e utilização dos sistemas informáticos e de comunicações” e sugeriram a rediscussão do mesmo. Sendo um documento que visa fundamentalmente o funcionamento interno e afeta a atividade diária dos trabalhadores do município, os mesmos, e os seus representantes, deveriam ter sido ouvidos, o que não aconteceu.
A maioria PS recusou-se não apenas a aceitar a suspensão do mesmo como também a promover um período de auscultação aos trabalhadores e aos seus representantes.
O Regulamento, de acordo com algumas opiniões, é atentatório das liberdades individuais e pode constituir-se como um instrumento persecutório de carater discricionário, tendo no seu conteúdo, entre outro clausulado, normas como: “A permissão para aceder à internet tem de ser...Ver mais
Liceu Diogo de Gouveia classificado como Monumento de Interesse Público

Liceu Diogo de Gouveia classificado como Monumento de Interesse Público
Rádio Voz da Planície - 13/05/2013 - 07:01 - Imprimir
Publicada na passada sexta-feira, a Portaria n.º 269/2013, classifica o edifício da actual Escola Diogo de Gouveia, como Monumento de Interesse Público.
O projecto do Liceu Diogo de Gouveia, da autoria do arquitecto Luís Cristino da Silva e datado de 1930, caracteriza-se pela subordinação às normas construtivas e programáticas da “escola moderna” e da arquitectura funcionalista do estilo internacional, no dealbar ainda inconsistente da denominada Arquitectura do Estado Novo.
Inaugurado em 1936, o edifício constitui uma das primeiras e mais puras obras do Modernismo português, notabilizando-se pelo despojamento ornamental aliado às formas que o uso do betão permitiu explorar e pela assimetria da planta, determinada por questões práticas.
Do conjunto arquitectónico destacam-se a imponência maciça do betão da fachada principal, ritmada por grandes vãos envidraçados, as coberturas em terraços de betão que se articulam entre os diferentes edifícios e os elementos decorativos exteriores paradigmáticos do movimento modernista, o relógio e a designação do liceu em alto-relevo. No vestíbulo do piso térreo pode admirar-se um painel de azulejos policromos da Fábrica Viúva Lamego, pintado por Eduardo Leite segundo cartão de Dórdio Gomes, representando uma cena de cariz regionalista. O espaço interior inclui amplas escadas e corredores, um recreio coberto e um ginásio com varandim superior.
Para além do seu carácter pioneiro e exemplar dentro do Modernismo nacional, o Liceu Diogo de Gouveia é ainda testemunho de uma crescente afirmação de modernidade que se começa então a estender para além dos grandes centros urbanos, abrangendo aos poucos todas as regiões do país.
Segundo a portaria, a zona especial de protecção (ZEP) tem em consideração o conjunto urbano na envolvente do imóvel, e a sua fixação visa salvaguardar o seu enquadramento e assegurar a correta leitura dos pontos de vista.
Amanhã, há uma concentração a contestar o encerramento da Estação de Correios de Ervidel e também já está a circular um abaixo assinado.

Ervidel: Concentração contra encerramento dos CTT
Rádio Voz da Planície - 13/05/2013 - 07:00 - Imprimir
Amanhã, há uma concentração a contestar o encerramento da Estação de Correios de Ervidel e também já está a circular um abaixo assinado.
Amanhã, a partir das 10.00 horas, realiza-se uma concentração junto à Estação dos Correios de Ervidel. Esta acção, que surge devido à “ameaça” de encerramento da Estação, vai juntar para além da população, a Junta de Freguesia, a Câmara Municipal de Aljustrel, a Comissão de Utentes da Estação de Correios de Ervidel e o Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações.
Manuel Nobre, presidente da Junta de Freguesia, garante que esta medida não vai ser aceite de ânimo leve e que ninguém vai baixar os braços perante uma decisão unilateral e desastrosa.
Ainda segundo Manuel Nobre esta não é uma situação nova, desde 2006 que tem havido essa intenção por parte da administração da empresa mas a população manteve-se firme nas suas convicções e na defesa dos seus legítimos direitos. Manuel Nobre reafirma que a junta continua a repudiar, como tem feito sempre, o encerramento de qualquer serviço público, ainda mais, quando se trata de uma empresa que apresenta anualmente lucros “chorudos” e no caso da estação de Ervidel teve, entre 2007 e 2011, um aumento de receitas de 48%
A luta não se esgota na concentração de amanhã, por estes dias também já está a circular um abaixo assinado a contestar o encerramento da Estação de Correios de Ervidel.
CDU quer multa de Pulido Valente no Ministério Público

CDU quer multa de Pulido Valente no Ministério Público
Ana Elias de Freitas - 13/05/2013 - 07:00 - Imprimir
Os vereadores da CDU na Câmara de Beja querem o processo da multa ao presidente da Câmara, paga “indevidamente” pela autarquia, no Ministério Público (MP).
Os vereadores da CDU explicam, em nota de imprensa, que na última reunião de Câmara propuseram, além do pagamento de juros civis de quatro por cento por Jorge Pulido Valente, que todo o processo fosse remetido para o Ministério Público, por alegada prática dos crimes de utilização indevida de dinheiros públicos, abuso de poder e prestação de falsas declarações.
À Voz da Planície, o vereador da CDU Miguel Ramalho frisou que os eleitos do PS chumbaram aquelas duas propostas e que o apelo de envio do processo para o MP foi negado com a utilização do voto de qualidade por parte do presidente em exercício José Velez.
Na nota de imprensa enviada à nossa redacção, os vereadores da CDU na Câmara de Beja denunciam ainda, o envolvimento de Cristina Valadas, vereadora do pelouro das Finanças, em todo aquele processo, referindo que a mesma, apesar de conhecer o parecer do jurista, deu ordens aos serviços de contabilidade para proceder ao pagamento da multa em causa.
Posto isto, Miguel Ramalho adiantou, igualmente, à nossa estação que os vereadores da CDU estão a estudar as possibilidades de remeter o processo da multa de Jorge Pulido Valente para o MP e até a outras instâncias.
Recorde-se que a situação em causa remonta a Fevereiro de 2011, altura em que os serviços municipais pagaram a multa pessoal do presidente da Câmara e que em causa está o valor de 204 euros, referente a uma coima aplicada pelo Tribunal de Beja, em 2010 a Jorge Pulido Valente, por ter faltado a uma audiência e por não ter sido aceite a justificação de ter estado ausente devido a compromissos de agenda.
Recorde-se também que em Abril passado foi conhecido o parecer da CCDRA, pelos vereadores da CDU na Câmara de Beja, a determinar a reposição da verba em causa pelo presidente da Câmara, valor que, naquela altura, Jorge Pulido Valente assegurou à Voz da Planície ter pago com um cheque pessoal.
freguesia de Santa Vitória preocupações com envelhecimento da população e a saída de jovens para outras paragens.

Santa Vitória é terra rica mas perde população
Rádio Voz da Planície - 13/05/2013 - 07:00 - Imprimir
Presidente da Junta de Freguesia reclama mais investimento de modo a evitar saída dos jovens para outros lugares.
Santa Vitória é a maior freguesia do concelho de Beja. As suas principais actividades são a agricultura e os serviços. Banhada pela barragem do Roxo, a freguesia é rica em recursos naturais, no seu património cultural e na arte do bem receber, conforme nos explica Julieta Romão, presidente da Junta de Freguesia.
Com produções agrícolas maioritariamente de cereais – trigo e cevadas – e também de olival e vinha, a freguesia de Santa Vitória tem, de acordo com Julieta Romão, bons solos, bom subsolo, sol e água. No entanto, confidencia que faz falta mais investimento público e privado na freguesia. E diz que as suas principais preocupações enquanto autarca de Santa Vitória é o envelhecimento da população e a saída de jovens para outras paragens.
Sobre o trabalho da Junta de Freguesia, Julieta Romão dá destaque às questões sociais.
A presidente da Junta de Freguesia destaca ainda a colaboração com as cinco associações locais neste momento em actividade. São elas o Centro de Cultura, Recreio e Desporto que tem duas secções: o futebol e o Grupo Coral Feminino “Estrelas do Alentejo”; o Centro de Convívio de Reformados e Pensionistas; o Clube de Caçadores, a Sociedade Columbófila Alentejana e a recém criada Ciclo-crescente Associação.
O nosso programa Estrada Municipal vai, durante toda a semana, dar destaque a projectos que se destacam na freguesia de Santa Vitória. No sábado estaremos em directo a partir desta freguesia, entre as 11h00 e as 12h00.
LÁ VAI MOURA LÁ VAI SERPA
Freguesias reúnem com Rodoviária do Alentejo
Rádio Pax
Rádio Pax
As Freguesias de Santo Agostinho (Moura) e Sobral da Adiça, reúnem-se hoje com a Rodoviária do Alentejo.
Em cima da mesa está a extinção das carreiras Moura-Beja-Moura. As Juntas “repudiam” a decisão da Rodoviária do Alentejo que, no início deste mês, abandonou as ligações rodoviárias entre Moura e Beja aos Sábados.
Álvaro Azedo, presidente da Junta de Freguesia de Santo Agostinho, garante que “vai fazer sentir” à empresa “os problemas das populações”. O autarca pensa que a criação de apenas uma ligação Moura-Beja-Moura já minimizava os constrangimentos das populações.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
AS POPULAÇÕES DO INTERIOR DO DISTRITO DE BEJA CORREM O RISCO DE FICAR SEM REDE DE TRANSPORTES PÚBLICOS
PRIMEIRO FOI A EXTINÇÃO DA LIGAÇÃO FERROVIÁRIA BEJA MOURA
AGORA É A ANULAÇÃO PARCIAL DA LIGAÇÃO RODOVIÁRIA CREIO QUE NÃO VAI PARAR POR AQUI
AS POPULAÇÕES DO INTERIOR DO DISTRITO DE BEJA CORREM O RISCO DE FICAR SEM REDE DE TRANSPORTES PÚBLICOS
Câmara de Moura “repudia” fim das ligações a Beja
Rádio Pax - 06/05/2013 - 00:05
A empresa Rodoviária do Alentejo anunciou a extinção das ligações Moura-Beja-Moura aos sábados.
A transportadora terminou as carreiras no início deste mês.
Na sua reunião de 30 de Abril, a Câmara Municipal de Moura aprovou por unanimidade uma moção onde “repudia esta decisão” da Rodoviária do Alentejo.
A autarquia entende que se trata de uma medida “altamente lesiva dos interesses das populações” e vai pedir uma justificação à empresa. José Maria Pós-de-Mina, presidente da Câmara de Moura, espera que a Rodoviária reveja esta decisão.
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