terça-feira, 14 de maio de 2013

STAL: Não à privatização do serviço de resíduos sólidos


STAL: Não à privatização do serviço de resíduos sólidos
STAL: Não à privatização do serviço de resíduos sólidos
Inês Patola - 14/05/2013 - 07:01 -  Imprimir

O STAL avança com uma jornada nacional de protesto contra a privatização do serviço público de resíduos sólidos.
O STAL-Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local promove, esta semana, uma jornada nacional de contacto com as populações para denunciar a intenção do governo de privatizar o sector dos resíduos sólidos.
Uma jornada que inclui acções de rua, assim como, plenários de trabalhadores em várias autarquias e empresas.
Um protesto que surge pelo processo de privatização em curso do sector dos resíduos sólidos particularmente da EGF- Empresa Geral do Fomento, S.A. O STAL considera que com a criação dos sistemas multimunicipais, durante a década de 90, detido maioritariamente pela EGF agrupamento de empresas dentro da holding Águas de Portugal que controlam a grande parte das actividades de recolha, tratamento e valorização de resíduos em Portugal, abrangendo 174 municípios e 58% da população portuguesa e que emprega 2 mil trabalhadores, alterou-se substancialmente o quadro deste sector com claro benefícios para as populações. Vasco Santana, do STAL em Beja, dá voz ao protesto.
Ainda segundo Vasco Santana a jornada de protesto chega ao distrito de Beja na próxima 5ªfeira com a realização de acções em vários locais, de manhã, entre as 10.00 e as 12.30 horas, destaque para as Portas de Mértola, em Beja, junto ao mercado municipal, em Aljustrel e junto à autarquia de Moura.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Vereadores Cdu Por Beja


ELEITOS DO PS NA CÂMARA DE BEJA CRIAM REGRAS PARA FUNCIONAMENTO DO “BIG BROTHER” INTERNO.

Vereadores da CDU propuseram, na última reunião de Câmara, suspensão da eficácia do Regulamento acerca das “Normas de acesso e utilização dos sistemas informáticos e de comunicações” e sugeriram a rediscussão do mesmo. Sendo um documento que visa fundamentalmente o funcionamento interno e afeta a atividade diária dos trabalhadores do município, os mesmos, e os seus representantes, deveriam ter sido ouvidos, o que não aconteceu.
A maioria PS recusou-se não apenas a aceitar a suspensão do mesmo como também a promover um período de auscultação aos trabalhadores e aos seus representantes.
O Regulamento, de acordo com algumas opiniões, é atentatório das liberdades individuais e pode constituir-se como um instrumento persecutório de carater discricionário, tendo no seu conteúdo, entre outro clausulado, normas como: “A permissão para aceder à internet tem de ser...Ver mais
ELEITOS DO PS NA CÂMARA DE BEJA CRIAM REGRAS PARA FUNCIONAMENTO DO “BIG BROTHER” INTERNO.
 
Vereadores da CDU propuseram, na última reunião de Câmara, suspensão da eficácia do Regulamento acerca das “Normas de acesso e utilização dos sistemas informáticos e de comunicações” e sugeriram a rediscussão do mesmo. Sendo um documento que visa fundamentalmente o funcionamento interno e afeta a atividade diária dos trabalhadores do município, os mesmos, e os seus representantes, deveriam ter sido ouvidos, o que não aconteceu.
A maioria PS recusou-se não apenas a aceitar a suspensão do mesmo como também a promover um período de auscultação aos trabalhadores e aos seus representantes. 
O Regulamento, de acordo com algumas opiniões, é atentatório das liberdades individuais e pode constituir-se como um instrumento persecutório de carater discricionário, tendo no seu conteúdo, entre outro clausulado, normas como: “A permissão para aceder à internet tem de ser autorizada pelo respectivo dirigente” - o que é claramente um indicador da perda de autonomia, ou ainda: “No local de trabalho, não é permitido aos utilizadores do Município, o uso de computadores pessoais ou qualquer outro equipamento informático, que não façam parte do património do Município, salvo quando devidamente autorizado” (a não requererem autorização, perguntamos nós, telemóveis com tecnologia informática serão confiscados aos trabalhadores à entrada dos respectivos serviços???), bem como outras normas declaradamente limitadoras dos direitos colectivos e das relações colectivas e trabalho que uma análise mais cuidada ao referido documento permite identificar.
Visivelmente incomodada, tal como os restantes eleitos do PS, a Vereadora Cristina Valadas, tão depressa afirmava que o Regulamento entrara em vigor após a sua aprovação como afirmava o contrário, dizendo estar a decorrer um período transitório em que o mesmo não se aplicava. Questionada sobre quem definia esse período transitório, já que o mesmo não constava em nenhuma deliberação da Câmara, assumiu claramente ser ela a determinar esse período, de forma discricionária. Tudo isto para afirmar logo de seguida que o Regulamento estava aberto a acolher propostas de alteração em qualquer momento mas que o mesmo já se encontrava em vigor! Uma atitude indescritível, de literalmente ‘meter os pés pelas mãos’ da Vereadora, que se assumiu como responsável por fazer cumprir o Regulamento.
Perante esta atitude, os Vereadores da CDU informaram que vão promover contatos com os trabalhadores e seus representantes (delegados sindicais, sindicatos, comissão paritária) para recolher opiniões e contributos sobre o conteúdo do Regulamento e agendarão o mesmo para uma próxima reunião de Câmara. Informam os trabalhadores do município que queiram fazer chegar as suas críticas e observações sobre o assunto poderão fazê-lo para o endereço eletrónico vereadorescduporbeja@gmail.com, aconselhando os mesmos a não o fazer através do sistema informático do município.
Não gosto · 

José Luís Ferreira - encerramento CTT_1

José Luís Ferreira - encerramento CTT_1

OS VERDES NA CDU


APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOS CDU AO MUNICIPIO DE  ALJUSTREL
Foto


Liceu Diogo de Gouveia classificado como Monumento de Interesse Público


Liceu Diogo de Gouveia classificado como Monumento de Interesse Público
Liceu Diogo de Gouveia classificado como Monumento de Interesse Público
Rádio Voz da Planície - 13/05/2013 - 07:01 -  Imprimir

Publicada na passada sexta-feira, a Portaria n.º 269/2013, classifica o edifício da actual Escola Diogo de Gouveia, como Monumento de Interesse Público.
O projecto do Liceu Diogo de Gouveia, da autoria do arquitecto Luís Cristino da Silva e datado de 1930, caracteriza-se pela subordinação às normas construtivas e programáticas da “escola  moderna” e da arquitectura funcionalista do estilo internacional, no dealbar ainda inconsistente da denominada Arquitectura do Estado Novo.
Inaugurado em 1936, o edifício constitui uma das primeiras e mais puras obras do Modernismo português, notabilizando-se pelo despojamento ornamental aliado às formas que o uso do betão permitiu explorar e pela assimetria da planta, determinada por questões práticas.
Do conjunto arquitectónico destacam-se a imponência maciça do betão da fachada principal, ritmada por grandes vãos envidraçados, as coberturas em terraços de betão que se articulam entre os diferentes edifícios e os elementos decorativos exteriores paradigmáticos do movimento modernista, o relógio e a designação do liceu em alto-relevo. No vestíbulo do piso térreo pode admirar-se um painel de azulejos policromos da Fábrica Viúva Lamego, pintado por Eduardo Leite segundo cartão de Dórdio Gomes, representando uma cena de cariz regionalista. O espaço interior inclui amplas escadas e corredores, um recreio coberto e um ginásio com varandim superior.
Para além do seu carácter pioneiro e exemplar dentro do Modernismo nacional, o Liceu Diogo de Gouveia é ainda testemunho de uma crescente afirmação de modernidade que se começa então a estender para além dos grandes centros urbanos, abrangendo aos poucos todas as regiões do país. 
Segundo a portaria, a zona especial de protecção (ZEP) tem em consideração o conjunto urbano na envolvente do imóvel, e a sua fixação visa salvaguardar o seu enquadramento e assegurar a correta leitura dos pontos de vista.

Amanhã, há uma concentração a contestar o encerramento da Estação de Correios de Ervidel e também já está a circular um abaixo assinado.


  Ervidel: Concentração contra encerramento dos CTT
Ervidel: Concentração contra encerramento dos CTT
Rádio Voz da Planície - 13/05/2013 - 07:00 -  Imprimir

Amanhã, há uma concentração a contestar o encerramento da Estação de Correios de Ervidel e também já está a circular um abaixo assinado.
Amanhã, a partir das 10.00 horas, realiza-se uma concentração junto à Estação dos Correios de Ervidel. Esta acção, que surge devido à “ameaça” de encerramento da Estação, vai juntar para além da população, a Junta de Freguesia, a Câmara Municipal de Aljustrel, a Comissão de Utentes da Estação de Correios de Ervidel e o Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações.
Manuel Nobre, presidente da Junta de Freguesia, garante que esta medida não vai ser aceite de ânimo leve e que ninguém vai baixar os braços perante uma decisão unilateral e desastrosa.
Ainda segundo Manuel Nobre esta não é uma situação nova, desde 2006 que tem havido essa intenção por parte da administração da empresa mas a população manteve-se firme nas suas convicções e na defesa dos seus legítimos direitos. Manuel Nobre reafirma que a junta continua a repudiar, como tem feito sempre, o encerramento de qualquer serviço público, ainda mais, quando se trata de uma empresa que apresenta anualmente lucros “chorudos” e no caso da estação de Ervidel teve, entre 2007 e 2011, um aumento de receitas de 48%
A luta não se esgota na concentração de amanhã, por estes dias também já está a circular um abaixo assinado a contestar o encerramento da Estação de Correios de Ervidel.

CDU quer multa de Pulido Valente no Ministério Público


CDU quer multa de Pulido Valente no Ministério Público
CDU quer multa de Pulido Valente no Ministério Público
Ana Elias de Freitas - 13/05/2013 - 07:00 -  Imprimir

Os vereadores da CDU na Câmara de Beja querem o processo da multa    ao presidente da Câmara, paga “indevidamente” pela autarquia, no Ministério Público (MP).
Os vereadores da CDU explicam, em nota de imprensa, que na última reunião de Câmara propuseram, além do pagamento de juros civis de quatro por cento por Jorge Pulido Valente, que todo o processo fosse remetido para o Ministério Público, por alegada prática dos crimes de utilização indevida de dinheiros públicos, abuso de poder e prestação de falsas declarações.
À Voz da Planície, o vereador da CDU Miguel Ramalho frisou que os eleitos do PS chumbaram aquelas duas propostas e que o apelo de envio do processo para o MP foi negado com a utilização do voto de qualidade por parte do presidente em exercício José Velez.
Na nota de imprensa enviada à nossa redacção, os vereadores da CDU na Câmara de Beja denunciam ainda, o envolvimento de Cristina Valadas, vereadora do pelouro das Finanças, em todo aquele processo, referindo que a mesma, apesar de conhecer o parecer do jurista, deu ordens aos serviços de contabilidade para proceder ao pagamento da multa em causa.
Posto isto, Miguel Ramalho adiantou, igualmente, à nossa estação que os vereadores da CDU estão a estudar as possibilidades de remeter o processo da multa de Jorge Pulido Valente para o MP e até a outras instâncias.
Recorde-se que a situação em causa remonta a Fevereiro de 2011, altura em que os serviços municipais pagaram a multa pessoal do presidente da Câmara e que em causa está o valor de 204 euros, referente a uma coima aplicada pelo Tribunal de Beja, em 2010   a Jorge Pulido Valente, por ter faltado a uma audiência e por não ter sido aceite a justificação de ter estado ausente devido a compromissos de agenda.
Recorde-se também que em Abril passado foi conhecido o parecer da CCDRA, pelos vereadores da CDU na Câmara de Beja, a determinar a reposição da verba em causa pelo presidente da Câmara, valor que, naquela altura, Jorge Pulido Valente assegurou à Voz da Planície ter pago com um cheque pessoal.

freguesia de Santa Vitória preocupações com envelhecimento da população e a saída de jovens para outras paragens.


Santa Vitória é terra rica mas perde população
Santa Vitória é terra rica mas perde população
Rádio Voz da Planície - 13/05/2013 - 07:00 -  Imprimir

Presidente da Junta de Freguesia reclama mais investimento de modo a evitar saída dos jovens para outros lugares. 
Santa Vitória é a maior freguesia do concelho de Beja. As suas principais actividades são a agricultura e os serviços. Banhada pela barragem do Roxo, a freguesia é rica em recursos naturais, no seu património cultural e na arte do bem receber, conforme nos explica Julieta Romão, presidente da Junta de Freguesia.
Com produções agrícolas maioritariamente de cereais – trigo e cevadas – e também de olival e vinha, a freguesia de Santa Vitória tem, de acordo com Julieta Romão, bons solos, bom subsolo, sol e água. No entanto, confidencia que faz falta mais investimento público e privado na freguesia. E diz que as suas principais preocupações enquanto autarca de Santa Vitória é o envelhecimento da população e a saída de jovens para outras paragens.
Sobre o trabalho da Junta de Freguesia, Julieta Romão dá destaque às questões sociais.
A presidente da Junta de Freguesia destaca ainda a colaboração com as cinco associações locais neste momento em actividade. São elas o Centro de Cultura, Recreio e Desporto que tem duas secções: o futebol e o Grupo Coral Feminino “Estrelas do Alentejo”; o Centro de Convívio de Reformados e Pensionistas; o Clube de Caçadores, a Sociedade Columbófila Alentejana e a recém criada Ciclo-crescente Associação.
O nosso programa Estrada Municipal vai, durante toda a semana, dar destaque a projectos que se destacam na freguesia de Santa Vitória. No sábado estaremos em directo a partir desta freguesia, entre as 11h00 e as 12h00.

LÁ VAI MOURA LÁ VAI SERPA


Freguesias reúnem com Rodoviária do Alentejo 
Rádio Pax 

Freguesias reúnem com Rodoviária do Alentejo
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As Freguesias de Santo Agostinho (Moura) e Sobral da Adiça, reúnem-se hoje com a Rodoviária do Alentejo.  
Em cima da mesa está a extinção das carreiras Moura-Beja-Moura. As Juntas “repudiam” a decisão da Rodoviária do Alentejo que, no início deste mês, abandonou as ligações rodoviárias entre Moura e Beja aos Sábados.
Álvaro Azedo, presidente da Junta de Freguesia de Santo Agostinho, garante que “vai fazer sentir” à empresa “os problemas das populações”. O autarca pensa que a criação de apenas uma ligação Moura-Beja-Moura já minimizava os constrangimentos das populações.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

AS POPULAÇÕES DO INTERIOR DO DISTRITO DE BEJA CORREM O RISCO DE FICAR SEM REDE DE TRANSPORTES PÚBLICOS


PRIMEIRO FOI A EXTINÇÃO DA LIGAÇÃO FERROVIÁRIA BEJA MOURA
AGORA É A ANULAÇÃO PARCIAL DA LIGAÇÃO RODOVIÁRIA CREIO QUE NÃO VAI PARAR POR AQUI
AS POPULAÇÕES DO INTERIOR DO DISTRITO DE BEJA CORREM O RISCO DE FICAR SEM REDE DE TRANSPORTES PÚBLICOS

Câmara de Moura “repudia” fim das ligações a Beja
Rádio Pax - 06/05/2013 - 00:05


A empresa Rodoviária do Alentejo anunciou a extinção das ligações Moura-Beja-Moura aos sábados.

A transportadora terminou as carreiras no início deste mês.

Na sua reunião de 30 de Abril, a Câmara Municipal de Moura aprovou por unanimidade uma moção onde “repudia esta decisão” da Rodoviária do Alentejo.

A autarquia entende que se trata de uma medida “altamente lesiva dos interesses das populações” e vai pedir uma justificação à empresa. José Maria Pós-de-Mina, presidente da Câmara de Moura, espera que a Rodoviária reveja esta decisão.