segunda-feira, 16 de abril de 2018

Portalegre - Verdes Reúnem com Administração da Robinson e Promovem Conversa Ecologista

Na sequência da reunião do PEV com o Ministro da Cultura e com a Diretora Regional de Cultura do Alentejo, Os Verdes reúnem agora, na quarta-feira, dia 18 de abril, com o novo Conselho de Administração da Fundação Robinson, para abordar os passos necessários para dar execução à Resolução da Assembleia da República, para salvar e valorizar o património Industrial Corticeiro da Robinson.

À saída da reunião, com término previsto para as 17horas, Os Verdes prestarão declarações à comunicação social, frente ao portão principal da Robinson.

Os senhores jornalistas ficam ainda convidados para, no dia 19 de abril, pelas 18.00h, assistirem à Conversa Ecologista de comemoração dos 35 anos de Os Verdes, assim como à inauguração de uma Exposição Fotográfica sobre os 35 anos de lutas ecologistas, que decorrerá no Bar “Pátio da Casa”, em Portalegre

A Conversa Ecologista contará com a participação de André Martins, membro fundador do PEV e Presidente da Assembleia Municipal de Setúbal e de Manuela Cunha, membro da Comissão Executiva Nacional do PEV.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Património Corticeiro da Robinson e Linhas de Elvas Temas da reunião ontem, em Évora entre Os Verdes e a Diretora de Cultura do Alentejo

Nesta reunião ocorrida por sugestão do Ministro da Cultura, na sequência de uma conversação sobre esta matéria entre a Direção do PEV e este responsável do Governo, foram delineados os primeiros passos para juntar à volta da mesa, no início de maio, todas as entidades intervenientes neste assunto.

Na reunião estiveram presentes a Diretora Regional de Cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira e os Dirigentes dos Verdes responsáveis pelo Alentejo, nomeadamente Manuela Cunha e ainda ativistas Verdes de Portalegre, entre os quais, Rosário Narciso, eleita pela CDU na Assembleia Municipal de Portalegre.

Os Verdes, estão a aguardar a tomada de posse do novo Conselho de Administração da Fundação Robinson, o que incompreensivelmente se tem arrastado, para poder imediatamente reunir com o mesmo, conforme já solicitado.

Nesta reunião Os Verdes deram ainda a conhecer à DRCA, a proposta que apresentaram à Administração da CP e também ao Ministro da Cultura para promover o turismo ferroviário, na Linha do Leste, nomeadamente com a criação da “ROTA DAS LINHAS DE ELVAS”, à similitude do que existe na Linha do Douro com a “Rota das Amendoeiras” e o reforço de oferta de horários em eventos culturais e religiosos.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Verdes Regozijam-se com Publicação da Resolução da Assembleia da República Sobre a Robinson

Os Verdes regozijam-se com a publicação do texto final da Resolução da Assembleia da República, para salvar a Robinson, para a qual deram um contributo inegável.


O PEV, no quadro das conversações conjuntas com o Governo, através do Ministro da Cultura, já tomou a iniciativa de dar mais um passo para a concretização da deliberação do Parlamento.

Para o efeito terá lugar em breve, por sugestão do Ministro da Cultura, uma reunião entre a Diretora Regional da Cultura do Alentejo e a direção de Os Verdes.

Leia aqui a Resolução da Assembleia da República.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Elvas - O Anúncio de Abate de Árvores é Pronúncio de Piada de Carnaval


“No Carnaval ninguém leva a mal”, mas Os Verdes levaram muito a mal a notícia vinda a público na Comunicação Social Regional “Linhas de Elvas” dando nota que a Câmara Municipal de Elvas pretende abater meio milhar de árvores na cidade, o que representa cerca de um quinto das árvores existentes. Este abate, de acordo com o noticiado, tem por base o argumento da doença das árvores.

Os Verdes podem admitir que existam árvores na cidade, cujo estado fitossanitário leve à necessidade do seu abate por questões de segurança, mas não acreditam que o universo de árvores doentes atinja o número de 500, até pelas palavras proferidas pelo vereador que reconhece que umas só começam a estar doentes.

Ao senhor vereador Os Verdes informam que, as árvores doentes, tal como as pessoas não se abatem, tratam-se. Por isso o PEV considera que a Câmara Municipal tem que ponderar esta situação, tornando público a listagem das 500 árvores e sua localização que considera estarem a necessitar de ser abatidas.

Os Verdes consideram ainda que, a replantação de outras árvores no local das abatidas não é consolo, decorre da sua substituição, mas é de relembrar aos autarcas que uma árvore demora muitos anos a crescer.

Deixamos ainda a sugestão para que as árvores a serem plantadas sejam árvores autóctones.

A intenção de levar a efeito este ato, parece não só ignorar a extrema importância de zonas arborizadas como esta, nos espaços urbanos, remetendo-as só para uma questão estética, como ignora a importância ainda mais relevante num concelho como Elvas, que atinge na Primavera/Verão temperaturas extremamente elevadas. Estas árvores desempenham, não só, funções importantíssimas em relação à qualidade do ar que respiramos, como cumprem ainda um papel de amenizador climático, e geram uma zona de ensombramento, “espaço de abrigo” fundamental para as populações, nomeadamente para as mais vulneráveis (crianças e idosos), nos períodos de maior pico de calor.

Os Verdes vão solicitar uma reunião, com caráter de urgência, ao executivo da Câmara Municipal de Elvas para debater esta matéria.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Portalegre - Remoção de amianto da cobertura do Tribunal - Verdes desagradados com ausência de medidas de prevenção

Chegaram ontem aos Verdes manifestações de desagrado e de preocupação de moradores residentes nas proximidades do tribunal de Portalegre, pelas poeiras, geradas pelas obras de remoção da cobertura com amianto, deste edifício público.

Na fotografia, em anexo, pode-se verificar que, enquanto decorreram as obras de remoção do amianto, havia janelas abertas no prédio contíguo, roupa nos estendais, o que deixa bem claro que não houve alerta e sensibilização dos moradores da zona para evitarem a exposição às poeiras decorrentes da remoção da cobertura do tribunal. Os moradores foram apanhados de surpresa quando estas ocorreram, tendo sido expostos às mesmas. Ora como é hoje do conhecimento público, estas poeiras são altamente perigosas para a saúde.

Os Verdes consideram, que tudo indicia, não ter sido cumprido, na totalidade, o previsto no Artigo nº 11 da Portaria n.º 40/2014 de 17 de fevereiro, que estabelece que os procedimentos de remoção, transporte e deposição de RCDA (Resíduos de Construção e Demolição com Amianto) devem salvaguardar a segurança e proteção da saúde dos trabalhadores, mas também a segurança de terceiros. Por exemplo, as pessoas residentes nas zonas envolventes.

Os Verdes consideram que neste caso, o Ministério da Justiça, dono da obra, falhou, como falhou a Câmara Municipal de Portalegre que também deveria ter salvaguardado esta questão, informando os morados da vizinhança.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Portalegre - Continua a Campanha de Os Verdes “Um Postal por um Ramal”

Agora que o serviço diário de passageiros voltou à Linha do Leste, Os Verdes querem aproximar o comboio da cidade e do Parque Industrial de Portalegre para que este seja uma verdadeira alternativa de transporte.

A campanha “Um Postal por um Ramal”, onde se pretende recolher assinaturas da população para apoio a este objetivo, continua amanhã, sábado dia 3, no Mercado Municipal de Portalegre, entre as 9h e as 12 horas. 

A iniciativa de recolha de assinaturas contará, entre outras, com a presença dos dirigentes nacionais do PEV Manuela Cunha e João Gordo e com a representante de Os Verdes, no quadro da CDU, na Assembleia Municipal de Portalegre, Rosário Narciso.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Verdes alertam para estado preocupante do edifício da Escola Secundária de Castro Verde

A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Edução, sobre o elevado estado de degradação, e ainda sem perspetivas objetivas de requalificação, da Escola Secundária de Castro Verde. Situação que merece uma justa e legítima revolta por parte da comunidade escolar, que vive diariamente os problemas decorrentes da ausência de intervenções de manutenção e das mais que necessárias obras de requalificação.

Pergunta:

«A Escola Secundária de Castro Verde, sede de Agrupamento do Escolas de Castro Verde, apresenta vários problemas, pondo em risco a segurança, a integridade e o conforto da comunidade escolar.

Este equipamento tem quase trinta anos e apresenta-se cada vez mais degradado. Há janelas que não abrem, a cobertura do bloco de aulas deixa passar água, o mobiliário encontra-se degradado, entre outros problemas detetados.

Acresce ainda a estas situações, o facto da Escola Secundária de Castro Verde ainda possuir coberturas de fibrocimento que contêm amianto, uma substância altamente perigosa para a saúde pública, com todos os riscos que daí poderão advir.

A situação está identificada pela DSRA – Direção de Serviços da Região Alentejo (“sucessora” da Direção Regional de Educação do Alentejo), sendo uma das 57 escolas que integraram o levantamento feito em 2007 no Alentejo. Chegou a estar prevista uma intervenção no âmbito da terceira fase do Programa de Modernização do Parque Escolar, mas as obras acabaram por não avançar.»

Iniciava assim o conteúdo de uma Pergunta escrita enviada pelo Grupo Parlamentar Os Verdes ao Governo, em 24 de abril de 2015, sobre o estado preocupante do edificado da escola secundária de Castro Verde. A esta Pergunta o, então, Governo PSD/CDS não deu resposta.

No passado dia 8 de janeiro, o Grupo Parlamentar Os Verdes deslocou-se à referida escola, confirmando que, passados quase 3 anos, o edificado continua em elevado estado de degradação, e ainda sem perspetivas objetivas de requalificação.

Esta situação merece uma justa e legítima revolta por parte da comunidade escolar, que vive diariamente os problemas decorrentes da ausência de intervenções de manutenção e das mais que necessárias obras de requalificação. A título de exemplo, chove no átrio interior da escola, porque as fissuras da cobertura deixam passar a água da chuva. Devido a esta situação, nos dias de chuva o átrio enche-se de baldes, para procurar recolher a água. As infiltrações de água nas salas de aulas são também bastante significativas. Por outro lado, as mesmas salas de aula são geladas no inverno e bastante quentes no verão, não tendo condições térmicas minimamente adequadas. Os alunos chegam ao ponto de ter de levar mantas para as aulas, demonstrando-se, desta forma, o absoluto desconforto existente. Como se estas situações não bastassem, o mobiliário apresenta-se já bastante degradado, havendo mesmo salas onde existem cadeiras sem condições de estabilidade.

O que importa ter presente é que os membros desta comunidade escolar (sejam alunos ou trabalhadores) confrontam-se com esta realidade dia após dia, ano após ano. Não se trata de uma situação pontual ou até recente. Pode, justamente, afirmar-se que a escola secundária de Castro Verde tem sentido profundamente lesada pela falta de investimento e de atenção por parte da tutela da educação.

Também em relação à presença de amianto nas instalações escolares, as coberturas de fibrocimento que foram substituídas foram apejas as do átrio exterior, permanecendo todas as coberturas dos blocos que integram a escola, as quais se encontram com fissuras evidentes, como já foi relatado. Tendo em conta a perigosidade deste material, em termos de saúde pública, a comunidade escolar vive preocupada, sabendo que aquelas coberturas de fibrocimento estão degradadas e, portanto, com eventual libertação de partículas

Atendendo às condições físicas da escola, poderemos afirmar que esta situação está não só a pôr em causa as mais elementares condições de aprendizagem dos alunos, mas também a segurança de toda a comunidade escolar, pelo que se impõe reiterar o pedido de esclarecimento solicitado pelos Verdes em abril de 2015.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito ao Senhor Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Tem o Governo conhecimento de todos os problemas descritos, que afetam a Escola Secundária de Castro Verde?

2. Qual a razão para ainda não terem sido feitas obras neste estabelecimento de ensino?

3. Para quando está previsto o início dessas obras e qual o prazo para a sua conclusão?

4. Qual a razão para a Escola Secundária de Castro Verde ainda apresentar coberturas que contêm amianto?

5. Existe algum relatório de avaliação do estado das coberturas no recinto escolar que contêm amianto? Que monitorização tem sido feita no que concerne a eventuais libertações de partículas?

6. Está prevista a remoção integral de amianto da Escola Secundária de Castro Verde?

7. Reconhece o Governo que as situações acima descritas têm graves consequências no funcionamento da Escola Secundária de Castro Verde, com reflexos nas aprendizagens?

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Portalegre - Campanha “Um Postal por um Ramal” começa na quinta-feira


Agora que o serviço diário de passageiros voltou à Linha do Leste, Os Verdes querem aproximar o comboio da cidade e do Parque Industrial de Portalegre para que este seja uma verdadeira alternativa de transporte.

Depois de ter entregue um Projeto de Resolução na Assembleia da República para a construção de um Ramal que faça essa aproximação, Os Verdes querem agora mobilizar a população de Portalegre para defender a construção dessa infraestrutura.

Por isso, lançam na próxima quinta-feira, 25 de janeiro, na cidade de Portalegre, uma campanha intitulada “Um Postal por um Ramal”, onde pretendem recolher assinaturas da população para apoio a este objetivo.

A iniciativa arrancará às 11h no plátano do Rossio e desde já convidamos os senhores jornalistas para declarações aos órgãos de comunicação social. A abertura da campanha contará, entre outras, com a presença da dirigente nacional do PEV Manuela Cunha, e com a representante de Os Verdes, no quadro da CDU, na Assembleia Municipal de Portalegre, Rosário Narciso.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Portalegre – Conferência de Imprensa - Os Verdes apresentam Projeto Parlamentar para aproximar o comboio da cidade

Os Verdes convidam os órgãos de comunicação social para uma Conferência de Imprensa a realizar na próxima segunda-feira, dia 11 de dezembro, pelas 11h, no Parque Industrial de Portalegre (frente ao restaurante Jorge Isidro).


Depois do transporte diário de passageiros ter regressado à Linha do Leste graças à luta travada pelos Verdes, com grande apoio da população, o PEV pretende agora lutar para trazer o transporte ferroviário até à Zona Industrial, aproximando-o assim da cidade, mobilizando Portalegre para este objetivo que poderá dar um forte contributo para o desenvolvimento da cidade e do concelho.


Os Verdes apresentarão nesta Conferência de Imprensa o Projeto de Resolução que visa criar um Ramal Ferroviário de ligação entre a Estação Ferroviária de Portalegre e a Zona Industrial.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Portalegre - Os Verdes Congratulam-se com a Aprovação de Recomendação do Parlamento para Salvar o Património Industrial Corticeiro da Fábrica Robinson

Acaba de ser aprovado na Assembleia da República, por unanimidade, Recomendar ao Governo intervir para salvaguardar e valorizar o Património Industrial Corticeiro da Robinson, em Portalegre.

Com esta decisão, que fez consenso, para a qual o PEV deu contributo decisivo com a apresentação de um Projeto de Resolução, na sequência da luta que tem travado há mais de 2 anos e que esteve na base do lançamento da petição “Salvem a Robinson”, que recolheu mais de 4 000 assinaturas, abriu-se agora uma porta de esperança para a Robinson.


Os Verdes esperam agora que o governo, através da tutela da Cultura, se empenhe na rápida resposta à recomendação que lhe é feita, pois o estado de degradação do Património não se compadece mais com o tempo de espera.

Os Verdes estão convictos que a recuperação deste Património e a sua valorização é não só uma justiça feita à memória de todos os que ali trabalharam, mas também um potencial de futuro real de desenvolvimento para a cidade, concelho e distrito de Portalegre.